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Palais Picasso

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Picasso.mania
De vez em quando, surge alguém cuja posteridade define não só a sua geração, mas – em ocasiões muito raras – aquilo que virá depois também. Pablo Picasso – gênio carismático e artístico de proporções quase míticas – foi uma dessas pessoas. Seu legado é explorado no Grand Palais, cortesia de uma das exposições mais ambiciosas que a beleza da Beaux-Arts já encenou, a Picasso.mania.

Organizada pelo Grand Palais, o Centre Pompidou e o Musée Picasso, a exposição examina os três momentos da carreira do espanhol’: cubismo; as obras emblemáticas Les Demoiselles d’Avignon e Guernica; e a ‘mania’ de seus últimos anos.

Também apresenta obras de outros 78 artistas contemporâneos, fotógrafos, cineastas, músicos e até mesmo campanhas publicitárias, e usa suas obras para moldá-las. Todas foram, ou continuam sendo, influenciadas por Picasso.
Entre os artistas em exibição estão David Hockney – cujas colagens Polaroid ecoam a fragmentação do cubismo – e o criativo controverso George Condo, que conta com 17 quadros decorando as paredes da última sala, o erotismo desvairado que reflete o trabalho posteriormente mais figurativo de Picasso’.

Obviamente, a principal atração é o próprio Picasso. Sua obra revolucionária, símbolo de uma era, é notável não somente por sua excelência, mas também por sua evolução. É evidente que o século XX não teria sido o mesmo sem ele.

Até 29 de fevereiro de 2016.

3 ave du Général Eisenhower, 8th / +33 1 44 13 17 17/Das 10h às 20h segunda-feira, terça-feira e domingo; até as 22h quarta-feira, sexta-feira e sábado/grandpalais.fr


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